
Adoro a VIP. É machista, idiota e fútil, mas tão bem escrita e com tamanho bom-humor que eu não resisto. Leio sempre que posso! Não troco uma VIP por 10 Novas ou Cláudias. Essas são totalmente escrotas e sem sentido. Como uma revista que se diz para o público feminino acima de 30 anos gasta quase todo o seu editorial fazendo matérias sem pé nem cabeça? “Como enlouquecer seu homem na cama”. “Descubra como fisgar um marido”. “Saiba como ser sexy”. E a clássica “Aprenda a fazer sexo oral”. Que mulher, aos 30 anos, ainda não sabe fazer um boquete??? Pior, aprender isso numa revista? É foda. Só falta eles entregarem uma banana junto, pra mulherada treinar em casa.
A VIP é revista de homem para homem e por isso mesmo consegue agradar. Tem aquele machismo idiota intríseco aos homens, mas é tão bem escrita que acaba ficando atraente. Faz uma verdadeira apologia ao sexo sem-vergonha, à pegação desenfreada, incentiva os homens a serem canalhas. Ainda assim, os textos são interessantes, os artigos inteligentes e as matérias boas, apesar de sempre tratadas sob a (limitada) ótica masculina. As legendas das fotos são ótimas! Impossível não rir. Há testes pra saber se o leitor é mala, guia rápido para conseguir sexo anal e assim por diante. A revista não faz a menor questão de ser refinada ou glamourosa como a maioria das revistas femininas tenta ser. Ela é simples e direta, falando de assuntos que interessam aos caras: sexo, futebol, sexo, cerveja, sexo, balada, sexo, viagens, sexo, música, e mais sexo... Cultua bundas e peitos sem pudor, principalmente bundas. Eles devem até ter um altar na redação. Ao contrário de alguns místicos, que têm o Buda sentado, os caras optaram por enfiar um “n” no Buda (com o perdão do trocadilho) e criaram o culto à BUnDA. O que eles devem ter lá não é uma imagem sentada do gordo Buda, mas alguma coisa mais definida, provavelmente de costas. Ou de quatro.
É uma revista machista, mas divertida. Se fosse um homem, seria aquele cara gostoso e gatíssimo, mas totalmente cafajeste. Aquele cafajeste de quem toda mulher foge, mas que no final das contas, sempre leva a gente no bico.
A VIP é revista de homem para homem e por isso mesmo consegue agradar. Tem aquele machismo idiota intríseco aos homens, mas é tão bem escrita que acaba ficando atraente. Faz uma verdadeira apologia ao sexo sem-vergonha, à pegação desenfreada, incentiva os homens a serem canalhas. Ainda assim, os textos são interessantes, os artigos inteligentes e as matérias boas, apesar de sempre tratadas sob a (limitada) ótica masculina. As legendas das fotos são ótimas! Impossível não rir. Há testes pra saber se o leitor é mala, guia rápido para conseguir sexo anal e assim por diante. A revista não faz a menor questão de ser refinada ou glamourosa como a maioria das revistas femininas tenta ser. Ela é simples e direta, falando de assuntos que interessam aos caras: sexo, futebol, sexo, cerveja, sexo, balada, sexo, viagens, sexo, música, e mais sexo... Cultua bundas e peitos sem pudor, principalmente bundas. Eles devem até ter um altar na redação. Ao contrário de alguns místicos, que têm o Buda sentado, os caras optaram por enfiar um “n” no Buda (com o perdão do trocadilho) e criaram o culto à BUnDA. O que eles devem ter lá não é uma imagem sentada do gordo Buda, mas alguma coisa mais definida, provavelmente de costas. Ou de quatro.
É uma revista machista, mas divertida. Se fosse um homem, seria aquele cara gostoso e gatíssimo, mas totalmente cafajeste. Aquele cafajeste de quem toda mulher foge, mas que no final das contas, sempre leva a gente no bico.
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