
This is the end
Beautiful friend
My only friend, the end
Of our elaborate plans, the endOf everything that stands, the endNo safety or surprise, the endI'll never look into your eyes...again
É o fim
Of our elaborate plans, the endOf everything that stands, the endNo safety or surprise, the endI'll never look into your eyes...again
É o fim
Querido amigo
Meu único amigo, o fim
De nossos planos detalhados, o fim
De tudo que está de pé, o fim
Sem segurança ou surpresa, o fim
Nunca vou olhar em seus olhos outra vez...
Música “The end”, do Doors
Acabou-se. Simples assim, como fumaça no ar. De tudo o que planejamos, sonhamos, vivemos, não sobrou nada. Um resto de mim, destruída, diminuída, machucada. Dói pensar que terminou, mas dói mais ainda pensar na forma estúpida que foi. Com mentiras, traição e um “estou apaixonado por ela” seco, nervoso. Nada de conversa honesta, de respeito por tudo o que vivemos, respeito pela nossa história, nem de preocupação com meus sentimentos. Foram quase cinco anos e não sobrou absolutamente nada...Me sinto tão inerte, tão impotente, tão fragilizada que me falta ar. Choro compulsivamente há dois dias e me pergunto por quê. Nem sei se isso importa (provavelmente não), mas para alguém nessas condições essa é a pergunta que não quer calar. Eu errei? Onde? Por que não me disse? Por que não me dispensou antes? Por quê?? A frase dele ecoa na minha cabeça...”estou apaixonado”....De repente me sinto um estorvo, um fardo, alguém inconveniente, que está atrapalhando o nascimento de um grande amor (tomara que os dois morram afogados nesse amor maldito).
Queria dormir por meses....anos.....Acordar e descobrir que estou velhinha, sentada em uma confortável cadeira de balanço fazendo tricô, enquanto meus netos brincam no chão da sala...Infelizmente tenho que suportar essa dor que parece me dopar, que atrapalha meu raciocínio, que faz as lágrimas escorrerem descontroladamente enquanto escrevo...
Música “The end”, do Doors
Acabou-se. Simples assim, como fumaça no ar. De tudo o que planejamos, sonhamos, vivemos, não sobrou nada. Um resto de mim, destruída, diminuída, machucada. Dói pensar que terminou, mas dói mais ainda pensar na forma estúpida que foi. Com mentiras, traição e um “estou apaixonado por ela” seco, nervoso. Nada de conversa honesta, de respeito por tudo o que vivemos, respeito pela nossa história, nem de preocupação com meus sentimentos. Foram quase cinco anos e não sobrou absolutamente nada...Me sinto tão inerte, tão impotente, tão fragilizada que me falta ar. Choro compulsivamente há dois dias e me pergunto por quê. Nem sei se isso importa (provavelmente não), mas para alguém nessas condições essa é a pergunta que não quer calar. Eu errei? Onde? Por que não me disse? Por que não me dispensou antes? Por quê?? A frase dele ecoa na minha cabeça...”estou apaixonado”....De repente me sinto um estorvo, um fardo, alguém inconveniente, que está atrapalhando o nascimento de um grande amor (tomara que os dois morram afogados nesse amor maldito).
Queria dormir por meses....anos.....Acordar e descobrir que estou velhinha, sentada em uma confortável cadeira de balanço fazendo tricô, enquanto meus netos brincam no chão da sala...Infelizmente tenho que suportar essa dor que parece me dopar, que atrapalha meu raciocínio, que faz as lágrimas escorrerem descontroladamente enquanto escrevo...