segunda-feira, maio 11, 2009

Freaks? Freak Le Boom boom!


Esse post é para avacalhar, pura e simplesmente.
Pessoas, olhem bem para essa criatura aí do lado. Reconhecem? Meg Ryan, a namoradinha da América na década passada. Pois bem. Será que alguém pode me explicar como a queridinha dos EUA ficou a cara da Gretchen???
Jesus!!! O que ta acontecendo com esse povo?
Descobri que ela estava com essa cara horrorosa outro dia, por acaso, no trailler de um filme. Quase não reconheci. O que aconteceu com ela? Síndrome de Melanie Griffith? Ou da Cher? Totalmente freak!!
Cadê a moça de rosto delicado de Cidade dos Anjos?
Se continuar assim, Meg querida, acho que se não rolar mais bons papéis, você pode aportar em terras brasileiras e tentar carreira como cover da rainha do rebolado. Não tem a busanfa da outra, mas isso é um detalhe...O beiço tá igualzinho!
Para testar, to quase levando essa foto para mostrar para a Verinha, mãe de todos da redação e que tem pavor da Gretchen: “Ela tem olhos fundos, esquisitos...Quando ela aparece na TV, mudo de canal, credo!”
Pois é, Meg, o povo tem medo desses bicos esquisitos, de olhos igualmente estranhos, puxados demais, de maçãs do rosto saltadas, de rostos que parecem de cera. E chega um momento em que nem o "boom boom" salva!!!

quarta-feira, maio 06, 2009

Padecer no paraíso....MESMO!


Trabalho, trabalho e mais trabalho. Meu editor teve um AVC, está afastado por tempo indeterminado e, no susto, tive de assumir como editora. De quebra, a e empresa resolveu lançar um novo título e, com a equipe pequena, tivemos que nos virar, o que não foi fácil. Eu, incumbida de fechar também essa publicação, me vi às tantas com zilhões de tarefas. Pautar o povo, fotógrafo, fechamento, matéria para escrever, fechar no prazo... O pior: amo muito tudo isso!!!!! Trabalhar até tarde, apagar incêndio, ter que fazer mil coisas ao mesmo tempo. Isso simplesmente me alucina! Workaholic? Sei lá, talvez. No meio disso tudo, decidi contratar um frila para nos ajudar. E não é que ela se saiu bem? A matéria ficou boa e eu me senti ajudando alguém (como nunca fizeram comigo nos tempos da facu...). Agora é só esperar a revista sair do forno!

E não é que existe vida após um pé na bunda?


Nem acredito que fiquei tanto tempo sem escrever.... I’m sorry!
De cara, digo que, entre mortos e feridos, salvaram-se todos, inclusive ele, a quem eu quis ver mortinho da silva. Apesar disso, segurei a onda, não fiz mais barraco, não xinguei mais e não o deixei.
Sim, ainda estamos juntos. E não, eu não sou uma mulher que sofre da falta de amor próprio. Simplesmente sou prática: temos muitas contas juntos, compromissos de uma "vida de casal", logo...
Em determinado momento, alguém me disse: Nani, wake up.
E assim foi, como se eu acordasse de um sono profundo (ou pesadelo?). Recuperei aquela parte de mim que estava meio perdida, escondida atrás de um relacionamento falso, cheio de mentiras. Passei semanas tentando descobrir o que tinha sido verdadeiro e o que era teatro. Desisti de descobrir, afinal, não importa mais. O que está feito, está feito.
Com isso, voltei a pensar em mim e não no tal "nós". Decidi perder uns quilos e pesquisei o preço em algumas academias (é, o complexo de Bridget Jones voltou com tudo). Também voltei a me emperiquitar toda, até pra ir trabalhar, afinal, mulher mulambenta não atrai olhar de ninguém e no momento, o que mais preciso é dar uma turbinada na minha auto-estima. Decidi mergulhar no trabalho também. Primeiro porque posso conseguir minha promoção e segundo, porque me ajuda a não pensar merda. Assim, estou trabalhando muito, voltei a ver minhas amigas, estou me divertindo, e tenho mil planos . Ainda que não os coloque em prática, vale a pena me certificar de que sou independente e de que estou viva após o doloroso pós-quase-pé-na-bunda. Como diz um amigo, homem só muda o tamanho do pinto e o número da conta bancária, então...

Meninos, tô na área!!